Uma dificuldade de abrir os olhos invadiu a manhã e então vieram os questionamentos. Ah, que falta faziam. Sem eles não há sentido nas palavras, logo nas atitudes. Já aprendemos também sobre a conquista. Leva-se tempo.
E assim, vagando pelo espaço entre o real e o imaginário, digo: não era uma dificuldade psicológica e sim física. O corpo então está debilitado e a conquista foca-se na saúde. Foco.
É de uma complexidade absurda e chega a ser tão simples que se resume em silêncio.
O sol que aquece e revigora pode também destruir. A escuridão que contrasta com o sol pode também assumir vários sentidos e conclusões.
E por agora o instante é neutro. Apático. Vale pra o dar e receber. No entanto a crença se fortifica em tais ocasiões e novas portas se abrem.
Eis o sentido de dizer que não para.
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