domingo, 16 de setembro de 2012
Areia Movediça
-Que está fazendo?
- Ando preocupada com a densidade da areia. Foi rasa. Mas quando vi que era movediça pensei que fosse profunda. Foi só um susto.
- Tá tudo bem?
- Tá. Tem um longo caminho ainda, vamos. Que calor. Preciso de água.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
23
Noite sem luz é ............ .
Escuridão a sós com você. Na falta de luz, ame e acredite.
Escuridão, a sós com você. Luz.
É um jogo de amor intrínseco a ti mesmo em primeiro lugar, se o amor vence, brilha. Atrai.
domingo, 19 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
O porquê
Uma dificuldade de abrir os olhos invadiu a manhã e então vieram os questionamentos. Ah, que falta faziam. Sem eles não há sentido nas palavras, logo nas atitudes. Já aprendemos também sobre a conquista. Leva-se tempo.
E assim, vagando pelo espaço entre o real e o imaginário, digo: não era uma dificuldade psicológica e sim física. O corpo então está debilitado e a conquista foca-se na saúde. Foco.
É de uma complexidade absurda e chega a ser tão simples que se resume em silêncio.
O sol que aquece e revigora pode também destruir. A escuridão que contrasta com o sol pode também assumir vários sentidos e conclusões.
E por agora o instante é neutro. Apático. Vale pra o dar e receber. No entanto a crença se fortifica em tais ocasiões e novas portas se abrem.
Eis o sentido de dizer que não para.
E assim, vagando pelo espaço entre o real e o imaginário, digo: não era uma dificuldade psicológica e sim física. O corpo então está debilitado e a conquista foca-se na saúde. Foco.
É de uma complexidade absurda e chega a ser tão simples que se resume em silêncio.
O sol que aquece e revigora pode também destruir. A escuridão que contrasta com o sol pode também assumir vários sentidos e conclusões.
E por agora o instante é neutro. Apático. Vale pra o dar e receber. No entanto a crença se fortifica em tais ocasiões e novas portas se abrem.
Eis o sentido de dizer que não para.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
5%
Pois estou aqui de novo, numa mistura de Brasil. Feliz e orgulhosa. Mas de onde vem esse orgulho todo por um país que corrompe? Corrompe. Corrompe? Lei da atração. Descrença. O orgulho transformado em amor, faz querer acreditar. Acreditar. Acreditar.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Conto de número 01 - Colocando em Prática
Augusto acorda angustiado e pensa por um instante sobre desistir de tudo e não acordar. Dormir. Dormir. Dormir. Porque dormir tanto? Há muito pra se viver.
Depois desse momento paradoxal, Augusto decide se levantar e cumprir suas tarefas rotineiras. Em menos de duas horas já se sente feliz e animado com o sol que brilha, a música que anima, as pessoas que rodeiam. Tudo normal.
Cantarola sem perceber e sorri em vários momentos do dia até que de repente se encontra em desespero. Angustia-se de novo.(Significado de angústia de acordo com o dicionário online Dicio [coincidência?] :Filosofia. Experiência metafísica, para os filósofos existencialistas, através da qual o homem toma consciência do ser. (Sin.: agonia, ansiedade, apreensão, aperto.)
Consciência do ser? Consciência do ser seria
"Quem sou?", "De onde vim?" e tudo isso? Deus? Será? Augusto então respira e se anima - uma razão - pensa.
No dia seguinte tudo isso já havia se ocultado dos pensamentos porque a vida era agitada e os dias corriam como os carros a todo momento correm, indo e vindo, há todo tempo, por toda parte mesmo que estajamos em partes silenciosas, o movimento é constante, não para.
José surge de repente para alegrar o dia, com uma euforia de descoberta, devido a nova tese de vida que havia concretizado nos seus planos e queria compartilhar com seu melhor amigo, Augusto, e melhor, ansioso pra colocar em prática todos os segundos (de vida) e obter crentes dessa tese.
José das Curvas Tortas era o apelido que levava por onde andava e havia andado bastante, de qualquer forma era eclético suficiente pra viver de forma intensa e profunda todas as suas teses e teorias, sendo que a vida o foi levando de tal forma, tornando tudo real.
- O que estava pensando antes de eu chegar? , pergunta José.
Augusto reflete e lembra que estava pensando na notícia que havia lido, mas na verdade estava mesmo era cozinhando pra si próprio.
- O que eu pensava me fazia gerar um sentimento de raiva - respondeu Augusto - uma raiva que quase não cabe dentro, mas consegue controlar-se a tal maneira que olhando de fora tudo parece absolutamente normal. (Normal?) A notícia era sobre Colombianos que jogaram ácido no rosto de mulheres. Augusto pensou na sensação de ser aquela mulher e se descontrolou de raiva do Colombiano e do ser humano, depois respirou e aquietou-se - era isso que pensava e sentia segundos antes de José chegar.
- Hey, José, diga então como funciona essa tese.
José olhou pro nada com um brilho no olhar e explicou a Augusto a maneira pela qual ele passaria a viver a partir de agora. Augusto sorriu e uniu-se a ele.
Depois desse momento paradoxal, Augusto decide se levantar e cumprir suas tarefas rotineiras. Em menos de duas horas já se sente feliz e animado com o sol que brilha, a música que anima, as pessoas que rodeiam. Tudo normal.
Cantarola sem perceber e sorri em vários momentos do dia até que de repente se encontra em desespero. Angustia-se de novo.(Significado de angústia de acordo com o dicionário online Dicio [coincidência?] :Filosofia. Experiência metafísica, para os filósofos existencialistas, através da qual o homem toma consciência do ser. (Sin.: agonia, ansiedade, apreensão, aperto.)
Consciência do ser? Consciência do ser seria
"Quem sou?", "De onde vim?" e tudo isso? Deus? Será? Augusto então respira e se anima - uma razão - pensa.
No dia seguinte tudo isso já havia se ocultado dos pensamentos porque a vida era agitada e os dias corriam como os carros a todo momento correm, indo e vindo, há todo tempo, por toda parte mesmo que estajamos em partes silenciosas, o movimento é constante, não para.
José surge de repente para alegrar o dia, com uma euforia de descoberta, devido a nova tese de vida que havia concretizado nos seus planos e queria compartilhar com seu melhor amigo, Augusto, e melhor, ansioso pra colocar em prática todos os segundos (de vida) e obter crentes dessa tese.
José das Curvas Tortas era o apelido que levava por onde andava e havia andado bastante, de qualquer forma era eclético suficiente pra viver de forma intensa e profunda todas as suas teses e teorias, sendo que a vida o foi levando de tal forma, tornando tudo real.
- O que estava pensando antes de eu chegar? , pergunta José.
Augusto reflete e lembra que estava pensando na notícia que havia lido, mas na verdade estava mesmo era cozinhando pra si próprio.
- O que eu pensava me fazia gerar um sentimento de raiva - respondeu Augusto - uma raiva que quase não cabe dentro, mas consegue controlar-se a tal maneira que olhando de fora tudo parece absolutamente normal. (Normal?) A notícia era sobre Colombianos que jogaram ácido no rosto de mulheres. Augusto pensou na sensação de ser aquela mulher e se descontrolou de raiva do Colombiano e do ser humano, depois respirou e aquietou-se - era isso que pensava e sentia segundos antes de José chegar.
- Hey, José, diga então como funciona essa tese.
José olhou pro nada com um brilho no olhar e explicou a Augusto a maneira pela qual ele passaria a viver a partir de agora. Augusto sorriu e uniu-se a ele.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Insônia
Dia 06 de agosto de 2012
No escuro busco o sono, todavia ele não se encontra. Em vez disso, memórias recentes sendo assistidas pela imaginação.
Na escadaria, um breve momento romântico, marcante, assim como no mesmo dia havia relembrado o romantismo através da arte.
Arte. Encontro-me apaixonada por ela, não sei explicar, logo, defino: amor. Cada dia, cada experiência, uma sensibilidade infinita, profunda e intensa. Sede.
Heteronomia, fui lembrar de heterônimo e cai no Kant. Li um pouco sobre o assunto e decidi me aprofundar aos poucos. Aquele lance de "acaso não existir".
Mas voltando ao heterônimo, eu gosto da ideia. Ou de repente personagens. Não tentei sair da primeira pessoa, mas alguns contos arriscarei em breve.
Não Para
Luz
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